Hoje, 30 de Janeiro de 2007, comecei a ler o livro.
(Terminei de ler em 21 de Março de 2007).
Ainda não terminei de ler o outro livro - Fundamentos de produção gráfica - mas como chegou esta minha encomenda (oba, oba!), não resisti de dar uma espiadinha e fui fisgado pelo livro da Temple.
Falando na encomenda, fiquei surpreso com a rapidez que chegou. Fiz o pedido na Amazon em dia 19 e utilizei o "Standard International Shipping", com data prevista de chegada entre 9 e 28 de Fevereiro. Uau, chegou em 10 dias. A Amazon é "engraçada"... você pensa que está comprando dos USA e eles usaram a Alemanha como o "porto" de saída dos produtos. Mas isto não importa, o importante (que ou aquele que importa) é que cheguem os produtos da importação. Parei (de ser engraçadinho).
Não sei se livros também se encaixam na categoria de "consumismo", mas confesso que é uma sensação muito boa ter aquele pacotinho ou caixinha nos esperando em casa. E, nesse caso, era uma caixa bem maior do que os dois livros (eu diria umas quatro a cinco vezes maior), o que só aumentou esta sensação já tão gostosa. Sim, eu não mencionei, mas encomendei dois livros da Temple: ou outro é "Emergence: Labeled Autistic".
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O site da temple é http://www.grandin.com
Autism is a neurological disorder that the child is born with.
Research by Dr. Margaret Bauman has shown that children with autism have immature development in certain parts of the brain. It is caused by abnormal development and growth of brain regions involved with emotion and the processing of sensory input from the eys, nose and skin. Symptoms of autism usually become evident at age two or three. Some of the most common sysmptoms are:
* Lack of speech
* No interest in people
* No eye contact
* Oversensitivity to noise
* Appearance of deafness
* Temper tantrums
In my book Thinking In Pictures I describe my own experiences with autism and review the latest research. It is very important to enroll children with autism in a good educational program when the sysmptoms first occur.
Comecei a ler o livro hoje, 23 de Janeiro de 2007.
Terminei a leitura em 25 de Abril de 2007.
Houve uma interrupção na leitura entre 30 de Janeiro e 21 de Março pois decidi ler o livro "Thinking in Pictures" da Temple Grandin.
A primeira impressão que tive foi que o tipo de papel utilizado (não sei exatamente qual é, mas me parece papel cuché) é incômodo pois, dependendo do ângulo de onde vem a luz, produz-se um reflexo que atrapalha a leitura. Eu particularmente gosto mais de papel reciclado ou que se parece como tal, com seu tato áspero e visual fosco.
Um aspecto chato é que cada palavra técnica (até agora sempre em inglês) vem acompanhada de um 'pronuncia-se'. Por exemplo, na página 22, é mencionada a palavra layout: "...a preparação do layout (pronuncia-se 'leiaute')...". Tudo bem que o propósito da publicação é ser didática (o que é muito apropriado para a audiência a que se destina e um louvável compartilhar dos conhecimentos adquiridos pelo autor ao longo de sua carreira), mas não deixa de ser chato e impreciso pois mais certo (porém ainda assim impreciso) seria dizer que a pronúncia é 'leiaut'. O correto seria utilizar os "Alfabeto Fonético Internacional - AFI" (válido para qualquer língua), mas aí talvez a "audiência" não teria paciência para aprender a utilizá-lo (pois é bem provável que não tenha a mínima idéia do que ver a ser o AFI, já que o autor julga necessário 'ensinar' a pronúncia a cada nova palavra estrangeira).
Amaury Fernandes, autor do livro e sendo professor, deve conhecer bem o seu público (alunos do ensino superior) de modo a sentir que ensinar a 'correta' pronúncia das palavras estrangeiras é algo necessário. Mas aí vem um lado triste da história: a maioria das palavras estrangeiras do livro são da língua inglesa e sendo o inglês a língua de maior importância (quer alguns gostem ou não) no mundo atual, ensinar a pronúncia (e o significado) a estudantes universitários é parecido com dar as dicas necessárias de matemática básica para quem está fazendo um curso de integrais e derivadas.
Fiquei encantado com a explicação de por que as cores sólidas CMY são consideradas primárias na síntese subtrativa e as cores luzes RGB são consideradas primárias na síntese aditiva. Valeu o livro.
Continuei achando que o papel cuchê utilizado para a confecção do livro, apesar de ser um papel de "elevada" qualidade, tem o inconveniente de refletir a luz (brilho) em demasiado e atrapalhar a leitura em alguns casos, dependendo de como se posiciona o livro em relação às fontes luminosas. Talvez fosse o caso de ter usado um cuchê mate (fosco).
Quanto à minha outra crítica, sobre ensinar a pronúncia das palavras em língua estrangeira, decidi amenizar o sentimento de "desnecessidade". Eu mesmo não sei todas as palavras técnicas em inglês da minha própria área (e novas são criadas de tempos em tempos) e, principalmente, o inglês não é a única língua estrangeira e eu não sei quase nada além do inglês/português. Enfim... baixei a bola.
Quanto ao autor, o Amaury Fernandes, fiquei com uma boa impressão. Parece ser um "cara" legal, profissional, bem equilibrado e bem humorado.
Gostei do livro. Foi útil para dar uma visão geral do processo de produção gráfica até para alguém, como eu, que não é da área mas é curioso o suficiente para buscar por algumas informações relativas as cores, projetos gráficos, papéis (esse maravilho invento), acabamentos de impressos em geral etc._______________________________________________________[FONTE: http://www.iptshome.org/noticias.asp?id=189]
(Revista Desktop Publishing)Livro aborda fundamentos da produção gráficapor Amaury Fernandes12-06-2005Amaury Fernandes está lançando o livro "Fundamentos de produção gráfica para quem não é produtor gráfico".Voltado a profissionais e estudantes das áreas de publicidade, jornalismo, marketing e outras atividades que, de alguma forma, tenham contato com conteúdo gráfico mas que, na verdade, não trabalhe diretamente com seu desenvolvimento.No livro, Amaury, que é técnico em Artes Gráficas formado pelo Senai "Theobaldo De Nigris", além de designer e Mestre em História da Arte pela Escola de Belas Artes da UFRJ, e Doutor em Ciências Sociais pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ, mostra termos e assuntos pertinentes ao universo gráfico de forma compreensível, de forma que o leitor não precisa possuir conhecimento específico no setor para aproveitar a leitura. Além disso, o livro fornece material importante para que profissionais da área de Comunicação possam criar e comprar impressos de forma mais segura e correta."Fundamentos de produção gráfica para quem não é produtor gráfico" está disponível pela Livraria e Editora Rubio e pode ser adquirido através do site da editora http://www.livrariarubio.com.br/.
Gosto muito do autor, Oliver Sacks, pela maneira respeitosa que trata os casos que está descrevendo em seus livros.
Fiquei surpreso com os relatos do livro, pelas coisas como podem acontecer. É difícil até imaginar um pintor que perde a visão de cores e tem que se adaptar à nova situação e todas as conseqüências resultantes. Por exemplo, ele precisa se adaptar a comer tomates pretos, pois não pode mais ver o vermelho e as folhas de alface agora lhe parecem cinzas!
Terminei a leitura em 2007-01-21. Quem me emprestou o livro foi a Denise Aboim (Bacen).
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An Anthropologist on Mars (1995) Paperback, Vintage Books--$13, ISBN 0-679-75697-3Seven paradoxical tales of patients adapting to neurological conditions including autism, Asperger’s syndrome, amnesia, epileptic reminiscence, Tourette’s syndrome, acquired colorblindness, and the restoration of vision after congenital blindness.